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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Valor?


A NOTA DE R$ 100,00

Um famoso palestrante começou um seminário numa sala com 200 pessoas, segurando uma nota de R$ 100,00.
Ele perguntou:
“Quem de vocês quer esta nota de R$ 100,00?”
Todos ergueram a mão...
Então ele disse:
“Darei esta nota a um de vocês esta noite, mas primeiro, deixem-me fazer isto...” Então, ele amassou totalmente a nota.
E perguntou outra vez: “Quem ainda quer esta nota?”
As mãos continuavam erguidas. E continuou: “E se eu fizer isso...” Deixou a nota cair no chão, começou a pisá-la e esfregá-la. Depois, pegou a nota, agora já imunda e amassada e perguntou: “E agora?” “Quem ainda vai querer esta nota de R$ 100,00?” Todas as mãos voltaram a se erguer. O palestrante voltou-se para a platéia e disse que lhes explicaria o seguinte: “Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês continuaram a querer esta nota, porque ela não perde o valor.
Esta situação também acontece conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos nos sentindo sem importância. Mas não importa, jamais perderemos o nosso valor. Sujos ou limpos, amassados ou inteiros, magros ou gordos, altos ou baixos, nada disso importa! Nada disso altera a importância que temos. O preço de nossas vidas, não é pelo que aparentamos ser, mas pelo que fizemos e sabemos.”
Agora, reflita bem e procure em sua memória:
Nomeie as 5 pessoas mais ricas do mundo.
Nomeie as 5 últimas vencedoras do concurso de Miss Universo.
Nomeie 10 vencedores do prêmio Nobel.
Nomeie os 5 últimos vencedores do prêmio Oscar, como melhores atores ou atrizes.
Como vai? Mal, né? Difícil de lembrar? Não se preocupe. Ninguém de nós se lembra dos melhores de ontem.
Os aplausos vão-se embora. Os troféus ficam cheios de pó. Os vencedores são esquecidos.
Agora faça o seguinte:
Nomeie 3 professores que te ajudaram na tua verdadeira formação.
Nomeie 3 amigos que já te ajudaram nos momentos difíceis.
Pense em algumas pessoas que te fizeram sentir alguém especial.
Nomeie 5 pessoas com quem transcorres o teu tempo.
Como vai? Melhor, não é verdade?
As pessoas que marcam a nossa vida não são as que têm as melhores credenciais, com mais dinheiro, ou os melhores prêmios.
São aquelas que se preocupam conosco, que cuidam de nós, aquelas que, de algum modo, estão ao nosso lado.
Reflita. Se achar válida, compartilhe essa ideia...

domingo, 8 de junho de 2014

Pra frente!


Deixa a vida me levar, vida leva eu...
Sou feliz e agradeço por tudo que
Deus me deu.
E viva Martinho da Vila.


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Velhice?


Eu nunca trocaria meus amigos surpreendentes, minha vida maravilhosa, minha amada família por menos cabelo branco ou uma barriga mais lisa. Enquanto fui envelhecendo, tornei-me mais amável para mim, e menos crítico de mim mesmo. Eu me tornei meu próprio amigo. .. Eu não me censuro por comer biscoito extra, ou por não fazer a minha cama, ou para a compra de algo bobo que eu não precisava, como uma escultura de cimento, mas que parece tão “avant garde” no meu pátio. Eu tenho direito de ser desarrumado, de ser extravagante. 
Vi muitos amigos queridos deixarem este mundo cedo demais, antes de compreenderem a grande liberdade que vem com o envelhecimento.
 
Quem vai me censurar se resolvo ficar lendo ou jogar no computador até as quatro horas e dormir até meio-dia? Eu Dançarei ao som daqueles sucessos maravilhosos dos anos 60 &70, e se eu, ao mesmo tempo, desejo chorar por um amor perdido ... Eu vou.
Vou andar na praia em um calção excessivamente largo sobre um corpo decadente, e mergulhar nas ondas com abandono, se eu quiser, apesar dos olhares penalizados dos outros no jet set.
 
Eles, também, vão envelhecer.
 
Eu sei que às vezes esqueço algumas coisas. Mas há mais algumas coisas na vida que devem ser esquecidas. Eu me recordo das coisas importantes.
 
Claro, ao longo dos anos meu coração foi quebrado. Como não pode quebrar seu coração quando você perde um ente querido, ou quando uma criança sofre, ou mesmo quando algum amado animal de estimação é atropelado por um carro? Mas corações partidos são os que nos dão força, compreensão e compaixão. Um coração que nunca sofreu é imaculado e estéril e nunca conhecerá a alegria de ser imperfeito.
Eu sou tão abençoado por ter vivido o suficiente para ter meus cabelos grisalhos, e ter os risos da juventude gravados para sempre em sulcos profundos em meu rosto.
Muitos nunca riram, muitos morreram antes de seus cabelos virarem prata.
 
Conforme você envelhece, é mais fácil ser positivo. Você se preocupa menos com o que os outros pensam. Eu não me questiono mais.
 
Eu ganhei o direito de estar errado.
 Assim, para responder sua pergunta, eu gosto de ser idoso. 
A idade me libertou. Eu gosto da pessoa que me tornei. Eu não vou viver para sempre, mas enquanto eu ainda estou aqui, eu não vou perder tempo lamentando o que poderia ter sido, ou me preocupar com o que será. E eu vou comer sobremesa todos os dias (se me apetecer). 






segunda-feira, 20 de agosto de 2012

JA DIZIA NELSON CAVAQUINHO



Sei que amanhã
Quando eu morrer
Os meus amigos vão dizer
Que eu tinha um bom coração
Alguns até hão de chorar
E querer me homenagear
Fazendo de ouro um violão
Mas depois que o tempo passar
Sei que ninguém vai se lembrar
Que eu fui embora
Por isso é que eu penso assim
Se alguém quiser fazer por mim
Que faça agora.
Me dê as flores em vida
O carinho, a mão amiga,
Para aliviar meus ais.
Depois que eu me chamar saudade
Não preciso de vaidade
Quero preces e nada mais

                                   

domingo, 1 de julho de 2012

Verdade verdade



Para viver a dois, antes é necessário ser um.
                      Fernando Pessoa




segunda-feira, 11 de junho de 2012

Frase

'A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade'. 

Carlos Drummond de Andrade

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Delete ou Arquive

Dentro da gente, existem duas teclas poderosas ' , 
Delete e ArquiveUse-as com sabedoria !!!

Delete: Tudo aquilo que não valeu à pena, quem mentiu, quem enganou seu coração, quem teve inveja, quem tentou destruir você, quem usou máscaras, quem te magoou, quem nunca chegou a saber exatamente quem você é...

Arquive: as pessoas reais, ainda que virtuais, que cederam carinho, tempo, palavras, conselhos, a mão, o coração. Pessoas que, de um jeito ou de outro, ajudaram você a ser um pouco melhor, que te fizeram crescer em sabedoria e sentimentos, que te deram amor de verdade...D





domingo, 30 de maio de 2010

Nossa vida

A GENTE SE ACOSTUMA
Marina Colassanti


Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.


A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.



A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.



A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.


A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.




A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.



A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.




A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.




A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.


Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.




A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.


A gente se acostuma para poupar a vida.


Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.


terça-feira, 11 de maio de 2010

Valores

Hoje quero contar uma pequena historia através destas fotos:
Este são os presentinhos que preparei para o dia das mães, como estou fazendo curso de pintura, fiz esta toalha e este pano de prato pra ela; e como trabalho com materiais reciclados fiz  a embalagem com saco de pão mas também com uma pinturinha. Tudo bem. Acontece que deu na coincidência de eu passar por uma agropecuária e lembrar que a muito tempo ela estava pedindo que lhe trouxessem umas mudas de alface. Explicando: É que ela adora trabalhar na horta, que aqui chamamos de "lavoura", mas nunca sai de casa, então pedia pra um, pedia pra outro, ninguem lembrava do pedido dela... E o que acontece? Cheguei com o presente numa mão e as mudas na outra. O que elaq olhou primeiro? De que ela gostou mais? É claro que ela não desfez do presente, mas deu pra notar o qual ela tinha gostado mais né? Eu fico pensando nos valores de cada pessoa, como é diferente né? Como pode uma pessoa de 69 anos levantar no dia das mães as 6 hs para ir para a lavoura plantar alface com a maior felicidade do mundo, e depois ir de 3 a 4 vezes por dia olhar o canteiro? Valorers valores valores né? Dá pra refletir. E aqui estão as fotos das mudas que ela plantou: fotografando reflexões né?

sábado, 8 de maio de 2010

Dia das mães


Quantas vezes?
Quantas vezes, não queria fazer algo mas não tenho escolha;
Quantas vezes, não me apetece aquelas tarefas penosas (como: fazer sempre o comer, lavar, estender, apanhar a roupa e passá-la a ferro, aspirar, limpar, lavar… ) sem as quais não se operacionaliza o dia a dia de todos nós cá em casa…
Quantas vezes, preferia ficar recolhida no aconchego do que me alenta:
De ficar quieta em estado-de-quase-relaxe-total;
De fazer apenas o que gosto e de estar apenas com quem amo…
Quantas vezes?
Muitas!!
Milhares!!!
Todos os dias!
Toda a Vida!
Somos “contrariados” pelo cumprimento daquilo que são as nossas obrigações sociais, familiares e profissionais.
- “Sabes Mãe, às vezes eu digo para mim mesmo que vou estudar mas depois distraio-me”
Pois, é aqui que a nossa força, o nosso estar e o nosso ser são postos à prova.
É no saber cumprir com essas obrigações que conseguimos um Sorriso da Vida.
Como?
Pessoalmente, penso que diante de algo que não queremos fazer, que não gostamos e até preterimos, mas que efectivamente tem que ser feito, devemos redobrar a “entrega” e a dedicação de forma a tornar menos penosa e até agradável a tarefa e garantir com um sorriso e satisfação interior o cumprimento da mesma.
Fazer contrariado, só aumenta o desconforto e distancia do sucesso/cumprimento de algo/meta.
É a ATITUDE face às coisas e à Vida que ditam o caminho correcto a seguir.
- “Eu admiro-te muito Mãe!”
Agradeço a tua admiração filho, mas prefiro que tires desta conversa, uma Lição para a Vida.
Porque eu sei e tu sabes, assim como as outras pessoas, como se atinge o sucesso e todos o desejamos. O grande problema é operacionalizar o Querer seguir o caminho até ao sucesso. E para mim a chave desse “caminho certo” é a Atitude!
Ao longo do Caminho e da Vida vais encontrar muitas “transversais” , e “ruelas” tentadoras ao ponto de te desviarem.
Será o teu Querer, a tua vontade, a tua determinação em seguires em frente ou virares nalguma esquina, no fundo a tua Atitude a “chave”.
-“Sim, Tu não és daquelas Mães que obrigam mesmo a estudar”
Não, não sou Filho!
Aconselho-te a fazê-lo, proporcionei-te no passado e continuo a proporcionar, um ambiente favorável para que escolhas o caminho certo, responsabilizando-te para as tua tarefas.
Se vais seguir/cumprir será sempre em última instância uma escolha tua.
E não te faltam exemplos das consequências de más escolhas, assim como de boas.
Estou aqui.
Sempre.
Conta comigo.
Amo-te muito Filho!
-“ Eu também te amo muito Mãe!”


autora desconhecida

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A vida


Não é senão a vida
o destino supremo da luz.

Por isso o coração procura as suas origens
o seu âmago
na madrugada dos sonhos

no brilho duns olhos
que emudece a clarividência
do que se vê nas sombras.


Por isso a tua vida
já vale pelo tempo da tua vida
pela luz que inundou os teus olhos
o esplendor que leste num grão de trigo.
http://vieiracalado-poesia.blogspot.com/2010/05/vida.html

domingo, 2 de maio de 2010

Vida Nova

Gente! Existe coisinha mais fofinha do que isso! Um filho de coração que você sabe que não saiu de você, mas como ama. Um serzinho tão frágil, que você tem necessidade de proteger, cuidar, dar carinho, dar um lar, dar alento, dar, dar, dar. Mas sabe que pensando bem o que acontece é que você recebe, recebe, recebe. Precisa dizer o que? O que um serzinho assim traz pra gente? Você olha nos olhinhos dele você sente... pode imaginar? Acho que teria que ser o Roberto Carlos pra responder: éh, são tantas emoções, que não tem preço que paga, que não tem contratempo que destrua, que não tem nada que abala. É só seguir em frente agora, depois de vê-lo começar a sorrir, virão os primeiros sons, os primeiros dentinhos, passinhos, e tudo tão novo e tão nosso. NOSSO!